À muito tempo que me surpreendo com estes produtos.
Mas desta vez acho que utilizo mesmo os melhores produtos de limpeza do mundo.
Tanto para a minha saúde, como para o meio ambiente, assim como para a minha carteira, pois acabo de poupar imenso nestas escolhas inteligentes que faço.
Tenho uma regra que é colocar a data de abertura do produto na embalagem. Ajuda-me a perceber bem o tempo que ela demora a gastar-se. Convém dizer que cá em casa somos 5 pessoas. 2 Jovens desportistas e 4 escuteiros. Como devem calcular a roupa é mais que muita!!!.
Faço máquina quase todos os dias. Mas a quantidade de amaciador que utilizo é mÃnima.
Deixa os tecidos extremamente macios, e a quando do passar a ferro nota-se bem a diferença.
Desta vez acabei agora nos últimos dias de Agosto. Ora estive mais de 8 meses sem comprar amaciador!!!! Imaginem se tivesse de comprar os dos supermercados??? Nem quero imaginar!!!!
A minha carteira agradece e o planeta também, porque estes produtos são 100% biodegradáveis e são alergológicamente testados.
Vou continuar a postar algumas das minhas experiências com estes magnÃficos produtos AQUI.
Mas desta vez acho que utilizo mesmo os melhores produtos de limpeza do mundo.
Tanto para a minha saúde, como para o meio ambiente, assim como para a minha carteira, pois acabo de poupar imenso nestas escolhas inteligentes que faço.
Tenho uma regra que é colocar a data de abertura do produto na embalagem. Ajuda-me a perceber bem o tempo que ela demora a gastar-se. Convém dizer que cá em casa somos 5 pessoas. 2 Jovens desportistas e 4 escuteiros. Como devem calcular a roupa é mais que muita!!!.
Faço máquina quase todos os dias. Mas a quantidade de amaciador que utilizo é mÃnima.
Deixa os tecidos extremamente macios, e a quando do passar a ferro nota-se bem a diferença.
Desta vez acabei agora nos últimos dias de Agosto. Ora estive mais de 8 meses sem comprar amaciador!!!! Imaginem se tivesse de comprar os dos supermercados??? Nem quero imaginar!!!!
A minha carteira agradece e o planeta também, porque estes produtos são 100% biodegradáveis e são alergológicamente testados.
Vou continuar a postar algumas das minhas experiências com estes magnÃficos produtos AQUI.
João Boto Caeiro, um arquitecto português a trabalhar no México, foi o vencedor em várias categorias, no concurso Cemex. Pela construção de um edifÃcio de um ginásio.
De acordo com o jornal Público, o homem de 32 anos venceu nas categorias Sustentabilidade Nacional e Sustentabilidade Internacional por ter sido um dos responsáveis pela construção do Sport City Oaxaca, um ginásio que usa os recursos naturais disponÃveis na cidade com o mesmo nome.
Pode ver o artigo aqui.
Aqui vai começar uma nova fase deste blog que há muito estava desaproveitado e que eu quero recomeçar.
Agora que também temos página de facebook.
E que também nos direccionamos para o comércio de produtos online.
E como somos apaixonados pela ecologia, sustentabilidade e saúde, iremos divulgar ao máximo temas que nos tocam e que devem ser abordados.
Espero que gostem e vão deixando comentários.
Este projecto vem de encontro ao que me fez indignar este fim de semana. Uma estrada nacional que tive de percorrer e a qual me deixou indignada pela quantidade de lixo que se encontrava numa margem de 10 metros de berma.
Acho que isto tem que levar uma volta e que as mentalidades têm que mudar.
Não deitem lixo para a rua!
Usem os eco pontos!
Vamos deixar Portugal ao nÃvel dos outros paÃses da Europa!!
Eu e os meus filhos agradecemos.
Conhecer a zona de Tomar.
Passeios pedrestres.
Percursos interpretativos.
http://www.caminhoscomvida.com/
Passeios pedrestres.
Percursos interpretativos.
http://www.caminhoscomvida.com/
Um modelo económico alternativo (1)
À escala do estado, uma economia sã gerada democraticamente não poderá ser outra que o fruto de uma procura de equilÃbrio constante entre as escolhas colectivas e as individuais. Ela necessita de um controlo democrático da economia pelo polÃtico e pelas escolhas de consumo dos indivÃduos. Uma economia de mercado controlada pelo polÃtico e pelo consumidor. Um não podendo se esquecer do outro. Sucintamente, podemos imaginar um modelo económico que se articula a 3 nÃveis:
• O primeiro seria uma economia de mercado controlada que evite todos os fenómenos de concentração. Seria, por exemplo, o fim do sistema de franchising. Todos os artesãos ou comerciantes seriam proprietários das suas ferramentas de trabalho e não poderiam possuir mais de que isso. Este seriam os únicos a decidir os actos da sua actividade, em relação directa com a sua clientela. Esta economia de pequenas entidades, para além do seu carácter humanista, tem o mérito de não criar publicidade, o que é uma condição sine qua non para a realização do decrescimento sustentável.
• O segundo nÃvel, a produção de equipamento necessitando um investimento, existiria um capital misto privado e público, controlado pelos polÃticos.
• Por fim, o terceiro nÃvel. Seriam os serviços públicos de base, não privatizáveis (acesso à água, à energia disponÃvel, à educação e à cultura, aos transportes públicos, à saúde, à segurança).Nós teremos de recorrer à nossa energia muscular.
A inserção de um tal modelo levará a um comércio justo para todos. Esta regra simples levará ao fim da escravidão do neocolonialismo.
À escala do estado, uma economia sã gerada democraticamente não poderá ser outra que o fruto de uma procura de equilÃbrio constante entre as escolhas colectivas e as individuais. Ela necessita de um controlo democrático da economia pelo polÃtico e pelas escolhas de consumo dos indivÃduos. Uma economia de mercado controlada pelo polÃtico e pelo consumidor. Um não podendo se esquecer do outro. Sucintamente, podemos imaginar um modelo económico que se articula a 3 nÃveis:
• O primeiro seria uma economia de mercado controlada que evite todos os fenómenos de concentração. Seria, por exemplo, o fim do sistema de franchising. Todos os artesãos ou comerciantes seriam proprietários das suas ferramentas de trabalho e não poderiam possuir mais de que isso. Este seriam os únicos a decidir os actos da sua actividade, em relação directa com a sua clientela. Esta economia de pequenas entidades, para além do seu carácter humanista, tem o mérito de não criar publicidade, o que é uma condição sine qua non para a realização do decrescimento sustentável.
• O segundo nÃvel, a produção de equipamento necessitando um investimento, existiria um capital misto privado e público, controlado pelos polÃticos.
• Por fim, o terceiro nÃvel. Seriam os serviços públicos de base, não privatizáveis (acesso à água, à energia disponÃvel, à educação e à cultura, aos transportes públicos, à saúde, à segurança).Nós teremos de recorrer à nossa energia muscular.
A inserção de um tal modelo levará a um comércio justo para todos. Esta regra simples levará ao fim da escravidão do neocolonialismo.
Quantos bibelôs precisamos para sermos felizes?
A sobreprodução de todo o género de objectos de consumo futil transformou-nos, de cidadãos a consumidores. Tendo em conta que todo este frenesim consumista se baseia no petroleo barato e na sobre exploração dos recursos terrestres finitos, que futuro contamos deixar aos nossos filhos?Debater e reflectir, experimentando uma forma de viajar simples mas rica em calor humano, tentando abranger todos por onde vamos passando, foi o que nos levou a tentar organizar uma caminhada pelo decrescimento em Portugal.
www.odecrescimento.blogspot.com
A sobreprodução de todo o género de objectos de consumo futil transformou-nos, de cidadãos a consumidores. Tendo em conta que todo este frenesim consumista se baseia no petroleo barato e na sobre exploração dos recursos terrestres finitos, que futuro contamos deixar aos nossos filhos?Debater e reflectir, experimentando uma forma de viajar simples mas rica em calor humano, tentando abranger todos por onde vamos passando, foi o que nos levou a tentar organizar uma caminhada pelo decrescimento em Portugal.
www.odecrescimento.blogspot.com

O que é o decrescimento?
A contestação do crescimento económico é um fundamento da ecologia polÃtica. Não é possÃvel um crescimento infinito num planeta finito. Muito incómoda, pois entra em ruptura radical com o nosso desenvolvimento actual, esta crÃtica foi rapidamente abandonada por conceitos mais suaves, como o “desenvolvimento sustentável “. No entanto, racionalmente, não existem outra vias pelas quais os paÃses ricos (20%) da população planetária e 80% do consumo dos recursos naturais) que de reduzir a sua produção e o seu consumo de forma a “decrescer”.
A contestação do crescimento económico é um fundamento da ecologia polÃtica. Não é possÃvel um crescimento infinito num planeta finito. Muito incómoda, pois entra em ruptura radical com o nosso desenvolvimento actual, esta crÃtica foi rapidamente abandonada por conceitos mais suaves, como o “desenvolvimento sustentável “. No entanto, racionalmente, não existem outra vias pelas quais os paÃses ricos (20%) da população planetária e 80% do consumo dos recursos naturais) que de reduzir a sua produção e o seu consumo de forma a “decrescer”.
Bruno Clémentin e Vincent Cheynet




